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Tola!!! A paixão não é algo que se possa calendarizar. É impossível dizer: hoje estou apaixonado mas amanhã já não o estarei. O amor e o carinho não se podem treinar, percebe-se quando são espontâneos e sentidos. O que se pode tentar fazer é salvaguardar o nosso amor não amando alguém incapaz de nos amar a nós. Por isso peço que apesar de pensares nestas coisas que não as digas, sentimentos nobres não merecem ser desprezados.












Porque mesmo sem treinar, consegues aqui pelo meio ter boas ideias
tu já sabes quais 
bj*
Um comentário tb para a foto… mto boa
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nunca te imaginei um crente no amor
Em parte, verdade. Mas aqui estás a equiparar sentimentos/emoções que, relacionando-se, não são todavia a mesma coisa. Quando falamos de Paixão, Amor, Carinho, falamos talvez de uma «trindade» dos afectos, indispensável a qualquer (boa) relação humana. Não escolhemos o momento da paixão, é verdade. Não escolhemos quando acaba, é verdade. A paixão é, no sentido etimológico do termo, egocêntrica. É a manifestação da vontade de posse do objecto do nosso desejo. É intensa. E, por assim ser, com a mesma força com que nos atinge, nos deixa. Por isso não sabes se hoje estarás apaixonado, amanhã não. Com o amor é diferente. Parte de vivências em comum, cumplicidades e, em última instância, escolhas. O amor não se limita a aparecer e nos arrebatar num momento – aí temos a paixão. O amor constrói-se. Neste prisma, poderemos não escolher nem o momento nem quem amamos, mas temos certamente um amplo controlo sobre seu fim. Não é nossa escolha apaixonarmo-nos, termos uma forte atracção física e espiritual por alguém, mas já é nossa escolha, depois da paixão que nos arrebatou, aceitar as diferenças que a fazem arrefecer. Procurar novos pontos em comum que mantenham a chama acesa. Escolher amar um pouco mais antes de desistir no momento em que finda a paixão inicial. Isto já não foge em absoluto ao nosso controlo. Parte de escolhas.
Fica a minha modesta opinião.
Ps: desculpa o “testamento”. Abraço
Gostei do teu comentário, amigo Filipe. Mas discordo com essa “separação” absoluta entre amor e paixão. O Amor vive tb da Paixão q consegues alimentar todos os dias, ainda que sem aquele fôlego intempestivo de quem só se apaixona e ñ ama. Tb ñ posso concordar q o conceito de Amor (como aqui o apresentaste) represente tanto controlo racional
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Desculpem a invasão, mas tenho de comentar!
Não sei se é por ser mulher como eu, mas a minha opinião vai mais ao encontro da da Patrícia. Eu também não separava a paixão do amor. Até porque para mim, a paixão é uma das formas de se amar. E combinar estes sentimentos com a lógica e a racionalidade é um acto pouco sensato. Quem é que não se entrega cegamente aos impulsos destes sentimentos?
Nada é mais grandioso do que a paixão.
Ve la o Nuno só num post consegues ter mais comentários que eu, no blogue todo. Isto é uma categoria é o que dá ter comentadores residentes. Abraço.